quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Desafio

A amiga Fatyly estendeu-me a passadeira para mais um desafio.
Como a ela nunca consigo dizer que não, aqui vai, embora com algum atraso...
Trata-se de escrever 9 coisas sobre mim, das quais 3 sejam mentira.
Então...

1 - Já fui Chefe de Redacção de um semanário.
2 - Já andei perdido em Singapura.
3 - Tenho dupla nacionalidade (portuguesa e espanhola).
4 - Fui árbitro internacional de Natação Pura.
5 - Participei (como amador) em concursos de danças de salão.
6 - Fui parar a uma esquadra de polícia, aos 7 anos, por ser adepto do F.C.P.
7 - Fui locutor e realizador radiofónico.
8 - Já concorri a festivais da canção.
9 - Sofro de acrofobia

E pronto, já está!
Agora tentem descobrir as minhas 3 trampolinices.
Era suposto, pelo meu lado, aqui "denunciar" as 3 aldrabices da Fatyly. Mas como ela já se abriu e explicou em que tinha mentido, não o farei.
Como é costume, deveria encaminhar este desafio para outros amigos e amigas.
Não o costumo fazer;por isso, se alguém achar de algum mode interessante este desafio, faça o favor de se servir.

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Esta, custa-me a entender...

Por uma questão de formação, procuro respeitar as crenças religiosas mais diversas . Quem sou eu para julgar umas mais próprias e justificadas do que outras?
O que não significa que, sobre elas não tenha uma opinião.
Por exemplo, custa-me a entender que, em pleno século XXI, ainda subsistam, em alguns sectores, ideias que determinam que a exibição de qualquer parte do corpo da mulher é pecaminosa.
Esta concepção conduz a situações, quanto a mim algo caricatas (outros não o acharão) como a que a imagem seguinte documenta.

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Auto-citação

Fuja à rotina!
A vida é demasiado curta para ser levada a bocejar.
António Peciscas

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Fisosofias para o fim de semana...

Tão absorvidos andamos com o imediato e com o quotidiano mais recente que, muitas vezes, nem nos damos conta de vestígios de um passado não muito distante que estão por aí a cada passo.
Que nos lembram que, afinal, o que nos parece agora tão moderno bem depressa vai passar de moda e ser encostado a um canto esconso da memória.
foto Peciscas
foto Peciscas
foto Peciscas
foto Peciscas
foto Peciscas fotos António Peciscas 2007

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Eleições à porta, seja Deus louvado...

Há cerca de quatro anos, aquando das últimas eleições autárquicas, um candidato a presidente da Câmara e um candidato a presidente da Junta de Freguesia, que concorriam à renovação dos mandatos e tinham claras afinidades políticas, fizeram divulgar uma fotografia em que surgiam, lado a lado, a apontarem para um terreno, aqui bem próximo, onde prometiam construir um Jardim de Infância.
Mas, os votos ditaram uma surpresa.
O candidato à Câmara foi eleito mas o que concorria à Junta, perdeu.
Assim, os anos decorreram e do Jardim nem rasto.
Mas os tempos mudam e as vontades também.
O presidente da Cãmara, apesar de "independente" tem feito uma nítida aproximação ao partido pelo qual foi eleito o actual presidente da Junta (opositor do anterior).
Então, há uns dias, apareceram as máquinas de terreplanagem, foram colocados tapumes e, ao que parece, a obra vai arrancar.
Como canta o Adriano, ali na barra lateral,

Eleições á porta, seja Deus louvado,
Seja Deus louvado,
Seja Deus louvado.

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Nos tempos da Farinha Amparo

Há muitos anos, havia por aí uma tal Farinha Amparo cujo fabricante era, pelos vistos, um parente afastado da minha mãe.
Esse produto era conhecido e bastante vendido, não pelas suas qualidades alimentares e sabor particularmente relevantes, mas porque, em cada embalagem que se comprava, vinha um brinde. Mais ou menos insignificante mas que funcionava pelo efeito surpresa. Assim, mais ou menos como os actuais Kinder.
E havia mais: coleccionando-se um certo número de tampas de embalagens, conseguia-se obter uma bola de borracha de futebol. Hoje parece insignificante mas, nesses tempos, não era fácil, para muita miudagem, ter acesso a brinquedos. Por isso...
Juntar as embalagens necessárias para conseguir a tal bola foi para mim um objectivo que persegui tenazmente. E lá fui comendo, paciente e heroicamente, aquela paparoca castanha e algo enjoativa.
Aquela mistela era de tal forma pouco atraente que, certa vez em que a não consegui tragar totalmente, a minha mãe colocou os restos no pires do gato, para ver se ele a ingeria.
Pois o bichano olhou, cheirou e, virando-se de costas, começou a fazer, com a pata, o gesto de escavar a terra, bem típico doa gatos quando acabam de aliviar o intestino. Vejam, então, qual seria o aspecto da paparoca...
Quando consegui a almejada bola, achei que já era tempo de acabar com o sacrifício...
Anos mais tarde, a Farinha Amparo acabou.
Mas hoje, ainda existe... Sob a forma de um divertido blog , da autoria da Didas,por onde se gosta de passar.

terça-feira, fevereiro 10, 2009

4 vezes!

foto Peciscas Não há dúvida de que a imaginação dos publicitários não tem limites.
Um destes dias deparei-me com este outdoor.
Que, pomposamente, publicita a capacidade de uma conhecida agência imobiliária para vender, 4 vezes, a terra onde moro.
Nada menos!