Por isso, este Le Déserteur do Serge Reggiani sobre um poema de Boris Vian (e que aqui surge numa versão ilustrada por obras de Gauguin) , para muitos de nós, era, essencialmente, uma forma de contestação à guerra em geral (e à colonial, em particular). Era escutada e entoada em grupo, sempre de modo clandestino, pois era obviamente incómoda para o regime e, por isso, censurada,No texto, da canção, fala-se no contrasenso que consiste em um qualquer político decidir sobre a vida e o futuro de jovens a quem impõe o sacrifício decisivo das suas próprias vidas.
Todos nós,a propósito disto ou daquilo, somos capazes de emitir PECISCAS peciscas = opiniões, bocas, bitaites,dicas,pitaco(termo brasileiro)...
sexta-feira, março 16, 2007
Canções da minha vida 5
A escolha com que encerro esta série de canções que marcaram a minha vida, (e que poderia incluir muitas outras) assume para mim um valor sentimental e emotivo bastante particular.
quinta-feira, março 15, 2007
Canções da minha vida 4
As razões da inclusão desta canção na minha selecção, poderá, de certo modo ligar-se às que determinaram a opção pelo "Imagine" do J. Lennon.
quarta-feira, março 14, 2007
Canções da minha vida 3
Na selecção que tenho vindo a apresentar esta semana, incluo mais uma das minhas escolhas, muito discutíveis e pessoais.
terça-feira, março 13, 2007
Canções da minha vida 2
Continuo a apresentar, nesta semana, as 5 canções estrangeiras que coloco no topo das minhas preferências.
segunda-feira, março 12, 2007
Canções da minha vida 1
Há tempos, através da série "Variações sobre o mesmo tema", aqui vos falei sobre o meu gosto pelo fado.
Agora, durante esta semana,irei dar-vos conta das canções que, de algum modo me marcaram e que elejo como "canções da minha vida" . É claro que, como sempre, os gostos são relativos e discutíveis.Estas são, apenas, "as minhas escolhas".
Serão, por motivos operacionais, apenas 5 as que, por agora selecciono.
E deixo de lado as que são oriundas de artistas portugueses. Mais tarde, irei pegar nessa área.
Agora, durante esta semana,irei dar-vos conta das canções que, de algum modo me marcaram e que elejo como "canções da minha vida" . É claro que, como sempre, os gostos são relativos e discutíveis.Estas são, apenas, "as minhas escolhas".
Serão, por motivos operacionais, apenas 5 as que, por agora selecciono.
E deixo de lado as que são oriundas de artistas portugueses. Mais tarde, irei pegar nessa área.
No topo , coloco aquele que, para mim, foi o maior de sempre: Jacques Brel.
Nascido na Bélgica, nunca o seu país o amou como ele merecia. Foi, afinal, a França que o acolheu e que projectou, no mundo, a enorme dimensão do seu génio único.
Brel, tinha, na música, diversas facetas, onde se destacam, por um lado, a intensidade dramática e poética das suas canções de amor e por outro, a crítica social, mordaz, satírica e certeira.
Não cultivou, em vida, o vedetismo gratuito, que esconde, tantas vezes, a falta de um real talento. Quando soube que a morte se aproximava, retirou-se discretamente, e soube acabar os seus dias com uma enorme dignidade.
Para representar a sua obra inesquecível, aqui vos deixo aquela que considero a mais bela canção de amor jamais escrita.
Ne me quitte pas
Escolhi esta versão em clip de video, por me parecer que, jogando sempre com o grande plano, o realizador expressa aqui bem toda a carga dramática que o grande Brel, transmitia, quando, em palco, soltava toda a sua alma!
Nascido na Bélgica, nunca o seu país o amou como ele merecia. Foi, afinal, a França que o acolheu e que projectou, no mundo, a enorme dimensão do seu génio único.
Brel, tinha, na música, diversas facetas, onde se destacam, por um lado, a intensidade dramática e poética das suas canções de amor e por outro, a crítica social, mordaz, satírica e certeira.
Não cultivou, em vida, o vedetismo gratuito, que esconde, tantas vezes, a falta de um real talento. Quando soube que a morte se aproximava, retirou-se discretamente, e soube acabar os seus dias com uma enorme dignidade.
Para representar a sua obra inesquecível, aqui vos deixo aquela que considero a mais bela canção de amor jamais escrita.
Ne me quitte pas
Escolhi esta versão em clip de video, por me parecer que, jogando sempre com o grande plano, o realizador expressa aqui bem toda a carga dramática que o grande Brel, transmitia, quando, em palco, soltava toda a sua alma!
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