ESTA FIRMA FOI FUNDADA EM 31-12-2004.

sábado, abril 05, 2008

Por uma boa causa...

... no Domingo, estarei aqui .


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sexta-feira, abril 04, 2008

São coisas como estas

foto Peciscas
reveladoras da boçalidade e primarismo de alguns indivíduos que por aí andam, que me fazem sentir que muita coisa tem falhado na educação, ao longo de gerações.

Mas não é só por cá. Tenho visto cenas semelhantes em muitos países...


foto Peciscas

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quarta-feira, abril 02, 2008

Provérbios populares portugueses, adaptados à presente conjuntura pré-eleitoral - 2ª parte

Muda-se de moleiro, não se muda de ladrão.
Muito falar, pouco acertar.Muito falar, pouco pensar.
Não há guerra de mais aparato do que muitas mãos no mesmo prato.
Não medram as galinhas onde a raposa mora.
Não se deve contar com um ovo quando ainda está dentro da galinha.
Obra de vilão, deitar pedra e esconder a mão.
Olhar para a uva não mata a sede.
Ouve tudo bem, diz o que lhe convém.
Palavras, leva-as o vento.
Fia-te na Virgem e não corras e logo vês o trambolhão que levas.
Galinha cantadeira é pouco poedeira.
Gato escaldado, de água fria tem medo.
Grandes discursos não provam grande sabedoria.
Para palavras loucas, orelhas moucas.
Por falar se ganha, por falar se perde.
Presunção e água benta cada qual toma a que quer.
Quando a esmola é muita, o pobre desconfia.
Quando um burro zurra, os outros abaixam as orelhas.
Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto.
Quem convida de véspera, não quer que vá à festa.
Quem mais jura, mais mente.
Quem não tem vergonha todo o mundo é seu.
Todo o burro come palha, é preciso é saber dar-lha.
Todos os pássaros comem trigo e quem paga é o pardal.
Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.
Uns comem os figos, a outros rebentam-lhe os lábios.

Viver não custa, o que custa é saber viver.
Voz corrente muito mente.
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.
Zurros de burro não chegam aos céus.




(repescados desta lista)

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Fernanda Marinho - Cadaqués 1


serigrafia 17X17 cm 2006

Já vos falei da Fernanda Marinho, a propósito da sua última exposição individual.
É uma pintora em constante evolução, sempre à procura de novos caminhos para a sua arte. Onde a técnica depurada se entrelaça com uma sensibilidade exigente que não dispensa uma permanente atenção pelo mundo que a rodeia.
Aqui vos mostrarei uma série de serigrafias que estiveram expostas no Miniprint Internacional de Cadaqués onde já é uma presença habitual, seleccionada entre milhares de concorrentes.

Nota - eventuais interessados na aquisição de obras desta artista, poderão contactar-me através do meu endereço de e-mail, que se encontra na barra lateral deste blog.

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terça-feira, abril 01, 2008

Má educação, com boas maneiras?

O Psicólogo Eduardo Sá escreveu no Destak de 31 de Março, ainda sobre o caso “telemóvel no Carolina”.
Diz diversas coisas, mais ou menos óbvias, sobre o exercício da autoridade, mas, às tantas, entra num emaranhado de considerações que deixam o leitor perplexo e confuso.
Assim, afirma que “é importante que se estabeleça uma diferença entre o direito à má educação (com maneiras), própria da insolência do adolescente, e a violência verbal e o mau trato físico a um professor. Se a primeira merece a condescendência que, acto a acto deve merecer, a segunda e a terceira não”. (sublinhados meus).
Haverá alguém que me explique o que é esta história da “má educação com maneiras”?
Até porque, mais adiante, no referido artigo, Eduardo Sá, escreve: “Começando pelas regras de boa educação, que a respeito de uma incompreensível tolerância, são maltratadas no dia-a-dia de uma escola” ou “…mas a função da escola (que deveria ser o lugar onde se constroem pessoas melhores e não uma “linha de montagem” de jovens tecnocratas razoavelmente instruídos e mal educados) “.
Então em que ficamos? A má educação, “com maneiras” deve merecer condescendência ou não pode ser objecto de tolerância ?
Não haverá aqui uma incontornável contradição, senhor psicólogo?
A não se que, com aquele ar meiguinho mas superior que sempre exibe, me “dê a volta” e me convença, mais uma vez, que, afinal, “ o burro sou eu”.

Nota- O texto a que me refiro , não é ficção do 1º de Abril.

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