ESTA FIRMA FOI FUNDADA EM 31-12-2004.

sábado, agosto 27, 2005

O QUE É PRECISO É PORRADA!

A partir de um post recente do Finúrias, dando conta de uma querela entre o Pacheco Pereira e o Paulo Querido, e, considerando que o país anda bastante adormecido, achei que é preciso acabar com esta paz podre que campeia na blogosfera e partir para o conflito.
Assim, fiz algumas denúncias públicas e convidei o pessoal a soltar também a língua. E, também piquei os visados, para que respondessem à letra.
Deste modo, contribuiremos para uma clarificação que é de todo indispensável.
Como diziam os "anarcas", nos velhos tempos, "os problemas resolvem-se à chapada".
Alguns dos denunciados, já começaram a reagir.Outros aparecem com novas denúncias.
Mas como a temperatura ainda está algo baixa, vou lançar mais umas provocações para a fogueira. E não se julgue que esta é uma guerra só para homens. Aqui, não há discriminações.
Assim:
1 - A Ivanmarle, não julgue que fica a ver, sem stress, esta guerra. O stress, quando nasce, é para todos. Não seja egoísta, menina!
2 - O Bastonadas Nacionais anda a ficar com o cacete mole e por isso já só consegue arrear umas leves porraditas.
3 - A Lima, escusa de vir com essas histórias da neutralidade suiça, que não se safa. Vão lá ao Finúras e vejam como já começou a levar no pêlo.
4 - O Alguidar pneumático, teve um furo e está com a roda em baixo.
5 - A Mushu, para além do que já foi dito, por outros denunciantes, acerca dos locais onde obtém os jogos, tem de comprar rapidamente um fole, porque as brisas andam a ficar paradas.
6 - A Titas, aproveitando a larga experiência em encher caixas de correio, arranjou emprego nos CTT e disfarça dizendo que anda a passear.
7 - O Zona Franca, passou-se para o lado dos "off- shore" do ti Alberto João e também anda a disfarçar, dizendo que anda muito ocupado com outras coisas.

Para já fiquemos por aqui.
Mas,

A LUTA CONTINUA!

ÚLTIMA HORA:

O Finúrias foi visto a dar informações ao Gil Vicente sobre a forma mais adequada para derrotar o SLB e por isso foi expulso do "glorioso" sendo-lhe confiscado o kit de sócio.

sexta-feira, agosto 26, 2005

"SOUVENIRES 4"

FOTO pECISCAS
Este edifício, situado em Viena, é conhecido por "Casa Hundertwasser-Krawina".
Foi a primeira concretização das ideias do pintor austríaco Friedensreich Hundertwasser (1928-2000), neste caso, em colaboração com o arquitecto Josef Krawina.
O artista era contra um arquitectura funcional, de "linhas direitas".
Este edifício, constituído por um conjunto de 50 apartamentos, situado perto do centro de Viena, foi concebido como uma espécie de "castelo de conto de fadas", colorido e insólito. Cada um dos seus moradores tem direito a um espaço individualizado, que não se confunde com o dos vizinhos. Com os seus numerosos jardins suspensos, proporciona um constante contacto com a natureza.
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A própria decoração, tanto exterior como interior, recorrendo,muitas vezes a fragmentos de mosaicos cerâmicos, nunca se repete, tendo sido, durante a construção, resultado da criatividade deixada aos próprios operários.
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O mais curioso é que esta casa, foi destinada à chamada "habitação social".
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No entanto, aquilo que os seus criadores pretendiam, a criação de um espaço onde um conjunto de famílas encontrasse a sua individualidade e a sua felicidade, acabou por ser, de algum modo traído pelo próprio carácter inovador da obra. Assim, dado que esta casa se tornou num dos locais mais visitados da Áustria, os actuais moradores são obrigados a conviver diariamente com uma multidão de turistas, que enchem a estreita rua onde se encontra a construção. O que, convenhamos, não torna a sua vida particularmente tranquila.

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quinta-feira, agosto 25, 2005

EXCESSO DE ZELO

Vejam só este exemplo que vem demonstrar que, afinal, os direitos e a integridade física dos peões está mais do que salvaguardada no nosso país.
foto Paciscas
Como veem, a diligente autarquia, implantou esta passagem para peões ( devidamente sinalizada) a meio de uma rua, por onde passam, em, média, dois veículos por hora, ligando o portão de uma habitação, a um pequeno bosque (sem saída e sem passeio) que fica do outro lado.
Deste modo, os moradores no local, quando vão passear o cão ou quando vão apanhar uns ramitos para acender a lareira, poderão fazê-lo, com toda a segurança.
Já agora, se observarem ainda a foto, não deixarão de dar conta de um outro pormenor relevante (e pouco edificante)...

quarta-feira, agosto 24, 2005

"SOUVENIRES" 3

foto peciscas
Um letreiro, algures em Budapeste...

terça-feira, agosto 23, 2005

"SOUVENIRES" 2

foto Peciscas
Ora aqui está uma forma de desporto que não conhecia: estas duas senhoras, pecorriam, com alguma velocidade, a gravilha dos jardins do palácio de Schonbrunn, em Viena,apoiando-se alternada e metodicamente ... em bastões de sky.

segunda-feira, agosto 22, 2005

ESTEVE PERTO...

Anteontem, o fogo andou por aqui perto. Demasiado perto. Deu para assustar.
Neste sítio onde moramos, há matas, há terrenos por urbanizar e há incúria.
Há lixo, há vegetação seca, há árvores muito perto das casas.
E ninguém toma medidas para prevenir situações de risco.
Como a que aconteceu anteontem.
As autarquias, mesmo quando pressionadas, não ligam nenhuma, nem fazem cumprir as leis que obrigam os respectivos proprietários a limpar os terrenos.
Mas, autarcas, governantes e outros políticos, quando as tragédias acontecem, são férteis em palavras. Palavras. Palavras.
O fogo andou aqui, junto das casas. O fumo entrava-nos pelos olhos, pelo nariz. As faúlhas, incandescentes ou mesmo já cinza, caíam como chuva.
E todos nós nos sentíamos impotentes.Com simples mangueiras de rega, tentávamos humedecer as casas e os matos.
Acabámos por ter sorte, pois as chamas apenas chegaram a lamber os muros de algumas habitações.
Os bombeiros foram eficientes.
Mas ficamos todos à espera de outras ameaças. Pois sabemos que, passada a "época dos fogos" (a época deve ser encarada como durando todo o ano), os responsáveis vão esquecer o que se tem passado.
E deixa-se aqui uma pergunta: estamos a recorrer a outros países para nos emprestarem os meios aéreos que não temos. Comprámos dois submarinos que custam milhões. Proteger os nossos recursos naturais, a vida e os haveres dos nossos cidadãos não será mais importante do que ter barcos que mergulham, de vez em quando, para fazerem não se sabe bem o quê?