ESTA FIRMA FOI FUNDADA EM 31-12-2004.

sábado, dezembro 17, 2005

Já lá estão várias portas de Natal.

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Mas falta a tua.
Por que esperas?


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portaseportas@hotmail.com

sexta-feira, dezembro 16, 2005

JÁ VIRAM?

Quem mora no chamado Grande Porto e passa perto do Alto da Serra de Valongo talvez já conheça esta casa que, na época do Natal, é alvo das atenções de muita gente.
Ora vejam:


Mas, à noite é que o espectáculo se torna feérico com os efeitos luminosos de milhares de lâmpadas:


De tal forma que, sem exagero, muitas centenas de veículos passam, nesta época, pela rua onde se situa a casa.Como a rua não tem saída, adivinham-se os intrincados problemas de trânsito que, por vezes, ali ocorrem.
Há, por este país fora várias casas com ornamentações abundantes. Já vi uma na televisão que até ultrapassava esta.
Mas, para quem morar perto daqui, talvez seja interessante, durante este fim de semana, passar por lá para apreciar o espectáculo.
Quem morar mais longe, ficará com as imagens que aqui vos deixo.

quinta-feira, dezembro 15, 2005


Dizem que há 1001 maneiras de cozinhar bacalhau.
Também, digo eu, há 1001 discursos para embrulhar campanhas eleitorais.
Eis o nº 324:

"Portuguesas e portugueses:
Faltaria ao mais grave dos deveres, se nesta hora solene, eu não erguesse a minha voz, modesta mas sincera, para vos dizer tudo aquilo que me vai na alma.
E o que me vai na alma, já todos vós sabeis o que é e não precisa de ser dito em voz alta.
Porque o peso dos sentimentos é muito forte e não deixa margem para dúvidas.
Todos vós conheceis quem eu sou e a força da minha razão.
E a razão, por mais voltas que o mundo dê, sempre vencerá.
Não me importa o que os outros digam ou pensem de mim. As minhas palavras são honradas e verdadeiras. Por isso vos afirmo que podeis confiar em mim.
O futuro está nas nossas mãos. Temos desafios a vencer e vamos vencê-los, que ninguém tenha nenhuma dúvida a esse respeito.
Temos projectos. Outros não. Temos ideias. Outros não. Temos convicções. Outros não.
É por isso que estou aqui. A cumprir o meu dever de servir. O meu dever de abrir caminhos.
Por isso vos digo. Vamos, todos juntos, construir Portugal!"

Este discurso pode prolongar-se por mais meia hora ou ainda mais. Isto de enrolar palavras é uma técnica que se pode usar até ao infinito.

Ou, como diria o outro
"Eles falam, falam, mas eu não os ouço a dizer nada!"

Mas nós, aqui, somos diferentes.
Temos ideias novas.
Como a que se segue, oriunda da Wind, assessora para o ambiente.

quarta-feira, dezembro 14, 2005

UMA HISTÓRIA (quase) INFANTIL - 3

(continuação)
Episódios anteriores:
- primeiro
- segundo


Mas não era só o rato a intrometer-se na paixão entre a Maria, alentejana de barro e o Paco, mexicano de louça.
A Madame Porcelana , num daqueles caprichos de senhora da alta-roda, resolveu que aquele homem teria de ser para si. Vá, então, de começar a fazer olhinhos ao Paco, a enviar-lhe presentes (garrafas de tequilla, tacos e até pesos) para ver se o desviava da pestanuda Maria.
Esta, como é natural, começou a ficar furiosa, até porque, estando já "de esperanças" não queria, nem por sombras, compartilhar o seu sonolento amor.
Mas, a aristocrática tia, habituada a ganhar sempre, não iria desistir facilmente dos seus intentos. Moveria mundos e fundos, na tentativa desesperada de separar aquele casal.

(continua)

terça-feira, dezembro 13, 2005


A minha candidatura é ecléctica , abrangente e movimenta multidões.
Como no metropolitano de Tóquio, onde cabe sempre mais um (com luvas e tudo).
Peciscas não é sectário...

segunda-feira, dezembro 12, 2005

UMA HISTÓRIA (quase) INFANTIL - 2

(continuação)

episódio anterior
Entretanto, num outro recanto da cozinha do senhor Peciscas, uma célebre personagem contemplava aquela cena de amor, com visível desespero:


Perante a sua atitude de desencanto, só se poderia concluir, usando uma velha e bem lusitana expressão, "estava com a chamada dor-de-corno".
Mas, como a esperança é a última a morrer, ainda não se dava definitivamente por vencido.
Conseguiria esta personagem, com o peso da sua fama mundial e dos milhões de dólares que foi acumulando ao longo da vida, impressionar a modesta Maria alentejana?
Ou teria mesmo de continuar eternamente a esperar sentado?

(continua)