terça-feira, fevereiro 07, 2006

DOIS VELHOS MEXICANOS

Gosto pouco que me iludam.
Também tento não iludir.
Apanho, por vezes, grandes desilusões.
Mas sempre gostei de ilusões de óptica.
Por exemplo como esta:

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

MANIAS...

Esta senhora meteu-me numa alhada. Desafiou-me a desvender os meus hábitos estranhos, ou seja as minhas pequenas manias, ou seja, as minhas pancas...
Não é fácil corresponder ao desafio, pois elas são tantas e tão diversas, que o problema está na escolha. Porque, como é claro, não as vou expor todas, pois algumas delas são obviamente secretas.
Assim, inventarei algumas, apenas como mera amostragem:

1 - Depois das 8 da noite, fujo dos relógios como o diabo da cruz. A partir dessa altura, não quero saber as horas.Por isso, a maior parte dos relógios da minha casa (e, paradoxalmente, tenho muitos) ou estão parados, ou estão virados ao contrário.

2 - Sou muito organizado nas minhas
tremendas desarrumações.
Por isso fico pior que estragado quando alguém
tenta arrumar essas confusões.



3 - Na minha mesa de cabeceira, tenho que ter sempre água, revistas de há três quinze dias, livros de leitura adiada, material para escrever(às vezes aparecem ideias às quinhentas da noite e há que aproveitar) e sudoku´s.
4 - Tenho a mania que, se pensar que uma coisa me vai suceder, acontece outra completamente diferente.
5 - Sou um azarado com as compras ( e isto não é mania, é mesmo realidade): uma máquina de lavar roupa que nem uma vez funcionou, um automóvel que ao terceiro dia ficou mudo e quedo, um televisor que após uma semana de uso, nicles, uma máquina de pressão, que à segunda lavadela entupiu, um mini aspirador que não encaixava no suporte porque, misteriosamente tinha um espigão colocado à direita quando o orifício era à esquerda(!...), e não digo mais se não ficava aqui toda a noite. Por isso tenho a mania que tudo o que compro vai avariar brevemente.
O que me vale é a mania nº4 que sempre vai prevenindo os insucessos.

6 - Tenho a mania de não deixar para amanhã aquilo que tenho de fazer, sobretudo o que menos me agrada, desde pequenos consertos caseiros até ... corrigir testes de avaliação.




Fico-me por aqui.
E, como isto é do tipo "cá se fazem, lá se pagam", aqui lanço, por minha vez o desafio à kalynka, ao A.J. Faria , à Fausta Paixão e à Wind, para que também venham à praça pública expor os seus hábitos estranhos.

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

LETREIROS (2)

Há tempos apresentei aqui uma pequena série de letreiros de estabelecimentos comerciais com nomes curiosos, bizarros ou, no mínimo, menos convencionais.
Volto à carga com mais alguns exemplos.
E, se calhar, a coisa não fica por aqui.


Louras e belas, tendes aqui duas lojas à vossa disposição.

A dona desta loja, nunca deve ter lido os anúncios da secção "relax"...
Finalmente, dois letreiros que

deben tere çido iscritus pelo jakim k tein uma phorma munto çua de usare o protugeiz

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

MARÃO


Nestes dias de frio e de neve, o Marão da minha infância, volta-me sempre à memória.
Aquelas cristas que surgiam, ao longe, pintadas de branco, a emergirem de uma névoa fina.
E o friozinho gélido que soprava, o "barbeiro", como lhe chamávamos .
Do velho Liceu de Vila Real (hoje Secundária Camilo Castelo Branco) espreitávamos esse Marão, tão longe e tão perto, enquanto apertávamos um pouco mais a pele da gola da samarra contra o pescoço.
Às vezes, alugava-se uma camioneta, e fazia-se uma "excursão à neve". Para brincar, atirar bolas, fazer bonecos com aqueles pedaços de açúcar gelado que, amontoando-se nas agulhas dos pinheiros, teciam estranhos e belos bordados.
Se não erro, enquanto lá vivi, só em uma ou duas ocasiões nevou mesmo na cidade.
Lembro-me de uma dessas vezes. A revolução que houve naquele liceu. Parámos as aulas e vá de soltar o dique. As professoras mais novas, que estavam por ali de passagem, alinharam connosco e fizemos uma batalha de neve entre a rua e a sala do corpo docente.
Até que surgiu a figura autoritária e sinistra do vice-reitor (ainda um destes dias hei-de falar mais dele) que, aos gritos, mandou as jovens professoras fechar as janelas e acabar com aquele "desaforo".

terça-feira, janeiro 31, 2006

UMA HISTÓRIA (quase) INFANTIL - 8

(conclusão ?)

Episódios anteriores
- primeiro
- segundo
- terceiro
- quarto
- quinto
- sexto
- sétimo
Afastada para bem longe dali a intrusa Madame Porcelana, escaqueirou-de de encontro às rochas quando a águia "Vitória" a largou gritando:
- Vai tomar banho, ó tia!
Assim, ficava o caminho livre para que o romance entre o sonolento Paco e a pestanuda Maria, pudesse prosseguir tranquila e livremente.
Na sua infinita sabedoria, os mochos comentaram, como quem remata uma história:
- Quando o amor é forte, não há barreiras que o vençam.
E que volte o sossego a esta cozinha do patrão Peciscas.


Aparentemente esta história terminou.


A não ser que os leitores que eventualmente a acompanharam decidam que assim não aconteceu.
Por isso mesmo, quem quiser propor a sua continuação, poderá enviar material para
peciscas@hotmail.com

Talvez, então, a história não tenha ainda acabado e passe para uma fase inter-activa.

segunda-feira, janeiro 30, 2006

NUNCA TE METAS COM UM GATO GRANDE

Não recomendável a pessoas facilmente impressionáveis .
Os adeptos do SLB podem estar descansados, porque o animal que aparece no vídeo não é um leão...