sexta-feira, janeiro 20, 2006

LETREIROS

Há por aí estebelecimentos comerciais, com nomes bem curiosos.
Recolhi, em imagens, alguns exemplos, referentes à zona do Grande Porto:








Para terminar, este, particularmente dedicado ao amigo Manel da Póvoa


quinta-feira, janeiro 19, 2006

Nunca se deve entregar a roda do leme, sem que se tenham os devidos cuidados e se pondere bem a escolha.

foto PECISCAS

É que, depois, adianta pouco vir carpir mágoas sobre a areia.

foto PECISCAS

quarta-feira, janeiro 18, 2006

SALVATORE ADAMO, diz-lhe alguma coisa?


Aqui há dias o Manel do Pé de Meia evocava os anos sessenta, as bandas de garagem, os bailes com os meninos de gravata e as meninas de mini-saia.
Nesses anos 60, um dos artistas que andou por aí nos top era Salvatore Adamo, francês de origem siciliana, que cantava canções românticas com voz delicodoce e arrastava multidões de jovens fãs.
Em Portugal, um dos seus maiores sucessos foi "Mes mains sur tes hanches" que as estações de rádio passavam diariamente.
Como acontece com a maioria das estrelas do mundo do espectáculo, a sua aura desvaneceu-se. Mas, pelo menos, ainda vai cantando. De outros, perdeu-se o rasto.
Quer isto dizer que há êxitos episódicos que, no fundo, são sacos cheios de vento que se esvaziam rapidamente.
Há por aí uns meninos que, de momento, estão a gozar da sua grande oportunidade, enchendo salas, tudo como consequência de uma telenovela que caiu bem no seio dos adolescentes deste país. Atrevo-me a prever que, daqui por algum tempo, não passarão de uma mera recordação ou nem isso.
É claro que os artistas de corpo inteiro, muitas vezes sem conhecerem os grandes sucessos que outros num dado momento conseguem, perdurarão e ficarão na história.
Mas isso, é mesmo outra história...

terça-feira, janeiro 17, 2006


Durante algumas semanas alimentei, neste espaço uma blague, que consistia em apresentar a minha candidatura à Presidência.
Nunca disse concretamente a que tipo de Presidência concorria, mas, no fundo, o que eu queria significar, nas entrelinhas do tom jocoso que aqui sempre se usou, é que, para além dos políticos oficiais e profissionais, "há mais mundo!". E que seria muito interessante que um dia aparecesse um candidato, cidadão anónimo e nunca antes visto, a ser eleito como representante de um povo que paga impostos ou tenta fugir deles, sofre ou goza, ri com anedotas de políticos ou de louras, insulta o árbitro ou demite o treinador.
Será utópico pensar-se que um dia isso poderá mesmo ser realidade?
Ou estaremos eternamente condenados a ter que escolher entre as personagens que as máquinas partidárias atiram para a frente da ribalta?
Veja-se o caso da cerca de meia dúzia de cidadãos que tentou, em vão, concretizar a candidatura e já se vê, que fora dos círculos habituais, tudo se torna esmagadoramente difícil.
Agradeço aos amigos e amigas que se dipuseram a alinhar nesta aparentemente inocente brincadeira, percebendo a metáfora que lhe estava subjacente.
E, agora, pronto!
Terminada a blague, continua o blogue!

segunda-feira, janeiro 16, 2006


Terminada a MEGA SONDAGEM PRESIDENCIAIS, a única que poderá ser considerada como imparcial e credível, há uma ilação evidente a retirar dos números finais:
PECISCAS É ELEITO, À PRIMEIRA VOLTA, COM MAIS DE 53% DOS VOTOS.
Por isso mesmo, aconteça o que acontecer no próximo Domingo, considero que o lugar, por direito próprio, já é meu.
Assim, a votação quer irá decorrer terá apenas um valor meramente oficial porque, moralmente, GANHEI EU!
De qualquer modo, não deixa de ser curioso que, nesta sondagem o Professor Bolo-Rei (a partir de Sábado passado talvez passe a ser chamado por Professor Careta) obtém um honroso 2º lugar, com quase 14%. O Poeta Contente, a seguir, com cerca de 8% bate totalmente o Senior Eterno que, pasme-se, não obteve um único voto. Travolta Operário, Doutor Super Block e Casal Garcia, ficam empatados com 2,5%.
Mas, atenção: um pouco mais de 10% afirma, categoricamente, em relação a estas eleições "quero lá saber !" e 5% que votaria noutro(a) gajo(a) qualquer.
Será que estes números terão algum tipo de confirmação no Domingo?
Veremos!

sábado, janeiro 14, 2006

Confesso-vos que fiquei deveras preocupado quando descobri que está no terreno (mais propriamente nos postes) um candidato capaz de discutir a vitória que eu já tinha como certa.

E não me digam que é um candidato de boas-festas...
Tem uma campanha agressiva, certamente, apoiada por especialistas em marketing político. Por isso, há que ter muito cuidado com ele!

Entretanto, o meu pessoal continua a trabalhar afincadamente. De tal forma que o comissário Finúrias não abandona a secretária onde trabalha dia e noite, nem sequer para satisfazer necessidades básicas. A comissária Wind arranjou-lhe um cadeirão devidamente equipado.



sexta-feira, janeiro 13, 2006

POR QUÊ?


Continuando um pouco na órbita de um texto anterior, a propósito do " Não me mintas" do C. Tê e R. Veloso, volto aqui a falar na necessidade que todos temos ( e reforço este todos até porque a maioria dos comentários a esse escrito referia, e muito bem, que a responsabilidade não pertence apenas à Escola) de estimular a criatividade, o espírito de descoberta, a agilidade mental dos nossos jovens, como condição para que eles venham a ser cidadãos intervenientes, activos, capazes de enfrentarem os cada vez mais complexos desafios do mundo e da vida.
Porque, sobretudo nas primeiras idades da sua vida, as crianças estão num processo de apropiação do mundo que as rodeia. Por vezes com actividades de exploração aparentemente bizarras.
Há uma canção da Adriana (Calcanhoto) Partimpim, chamada "8 anos" que toca muito bem essa deliciosa "idade dos por quês" que se sabe ser muito importante para o desenvolvimento sadio de uma criança.
O grande problema é que, na maior parte dos casos, os adultos, impacientes e apressados, não respondem ou, o que ainda é pior, ridicularizam a pergunta.
Mas é sempre importante responder. Com as palavras e os conceitos adequados, mas sem infantilizar e, sobretudo, sem disfarçar ou mentir.