ESTA FIRMA FOI FUNDADA EM 31-12-2004.

segunda-feira, junho 01, 2009

Estive lá...

Como nunca tinha visto, lá fui...

foto Peciscas
foto Peciscas Não é verdadeiramente basquetebol, não é competição. É mais circo...
foto Peciscas
foto Peciscas Com uma encenação e um argumento cuidados ao pormenor
foto Peciscas Um espectáculo à americana, com "gags"para todos os gostos
foto PeciscasEvidentemente que os artistas são bons naquilo que fazem...
foto Peciscas Mas estão ali para divertirem o público...foto Peciscas
foto Peciscas
foto Peciscas E, claro, para venderem o "produto"
foto Peciscas
Fui lá, porque nunca tinha visto e queria saber como era.
Mas confesso que estava à espera de um pouco mais.
Será que esta "companhia" já teve melhores dias?
De qualquer modo, se voltarem, não penso repetir a dose...

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sexta-feira, maio 23, 2008

III Grande Corrida de Carros Artesanais Não Poluentes

Emoção, tecnologia de ponta, competição, despistes, chicanes e muito mais, tudo isto numa rua perto da minha casa...

Não perca!



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terça-feira, agosto 07, 2007

Aproveitar...

No dia a dia, procuro seguir os conselhos dos que nos tentar incutir hábitos que, de algum modo, possam contribuir para a preservação do ambiente e seus recursos.
Não desperdiçar matérias primas é uma das palavras de ordem que ouvimos.
Assim,por exemplo, cá em casa, quando um sabonete está em fim de vida e ponho outro em circulação, faço uma colagem dos dois, para que possa aproveitar até ao fim, cada um destes higiénicos produtos.
Manias, dirão...
foto Peciscas


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quinta-feira, março 08, 2007

Técnicas de venda 2


A segunda das experiências que vos quero contar relacionada com aqueles telefonemas que vamos recebendo, anunciando ofertas mirabolantes, tem a ver com um contacto em que me diziam ser um dos privilegiados que iria ter direito a uma estada de uma semana, no Algarve, para um casal.
Fui logo dizendo que não estava interessado em comprar fosse o que fosse e que não acreditava que houvesse alguma empresa que desse de mão beijada semanas de férias sem querer primeiro vender um produto.
A menina do telemarkting argumentou que não tinha a obrigação de fazer qualquer aquisição e que nunca sairia de lá tem o tal vale-oferta, tendo apenas que presenciar uma pequena exposição de produtos da empresa.
Pela segunda vez, resolvi vivenciar uma experiência de que já tinha ouvido relatos, designadamente na ProTeste.
O local onde a coisa funcionava era uma moradia, com bom aspecto,perto da Boavista, aqui no Porto, onde fomos recebidos cordialmente e encaminhados para uma pequena sala onde um jovem vendedor nos iria atender.
A primeira parte da conversa durou cerca de meia hora e apenas se referia a trivialidades e rodeios, que nada tinham a ver com o assunto que ali nos trazia.
Findo este preâmbulo, fui avisando o vendedor de que não iria adquirir nada e que iria perder o seu tempo, se imaginava que nos iria convencer do contrário.
Depois,e mesmo assim, o jovem foi falando, durante mais cerca de uma hora, sobre diversos destinos de viagens, enquanto ia enchendo folhas de papel, de esquemas, números, desenhos.
Finda esta parte, começou a desvendar o objectivo da arenga. Queria popor-nos a aquisição de um cartão, que nos permitiria adquirir pacotes de férias a preços extremamente aliciantes.O cartão custaria cerca de 6000 euros.
Repeti que não compraria nada e que estavam a perder tempo comigo, pelo que me deveriam entregar o tal vale e acabarem com a sessão.
O jovem disse que iria já terminar, mas que tinha uma proposta que, excepcionalmente, sublinhava, me iria apresentar. Tratava-se de adquirir o cartão em suaves prestações.
E, novamente, para empatar mais tempo, pois estava à vista que a estratégia era minar a resistência do potencial cliente através do cansaço, foi enchendo mais duas folhas com novos cálculos.
Continuei a repetir que compreendia que ele estava a fazer o seu trabalho, mas que não me conseguiria convencer a comprar o tal cartão.
Já tinham decorrido duas hora e meia, quando o jovem esgotou os argumentos e ligou para o "chefe de vendas" para que ele me fizesse chegar o prémio que me tinha sido prometido.
Decorreram mais cerca de vinte minutos, preenchidos por mais alguma conversa "de chacha". Até que lá chegou o tal chefe, desculpando-se pois tinha estado a fechar um contrato com outro casal.
E, após mais alguns minutos de "paleio", pegou, ele próprio, de uma folha de papel e disse algo como, "não sei se o meu colega já lhe tinha referido o preço do cartão". E , então, atirou para cima da mesa uma verba de cerca de três mil euros, para que eu julgasse que ele se tinha enganado e que eu iria colher um preço consideravelmente mais baixo.
Continuando a afirmar a minha irredutibilidade quanto à aquisição do produto, o tal chefe, abrindo-se num largo e generoso sorriso, disse que iria perder a cabeça e fazer algo que não deveria fazer.
E escreveu, numa outra folha, com algarismos garrafais , o preço final: pouco mais de dois mil euros.
E rematou:- claro que, perante isto...!
Nem perante aquilo.
Já com ar imapciente disse-lhe que queria o tal vale e que iria bater em retirada.
E aí, tudo mudou. A amabilidade deu lugar à secura, à carranca fechada.
Mas, passados cerca de mais quinze minutos, agora do mais absoluto silêncio, lá veio o tal vale, assinado e carimbado, onde me era concedida estada de uma semana num hotel algarvio. É claro que, as viagens e os pequenos-almoços, seriam à minha conta.
Ainda conservo esse papel, como recordação da pachorra com que aguentei as quatro horas que durou o assédio, já que nunca pretendi usufruir da oferta.
E fiquei a compreender melhor como é possível que pessoas, que até não são tolas de todo, por vezes são enroladas com estas tenebrosas técnicas de venda. São vencidas pelo cansaço e, às tantas, assinam seja o que for, só para acabarem com aquele martírio.
De modo que, agora, quando recebo um desses telefonemas aliciantes, respondo, invariavelmente, interropendo o discurso da menina:
- Muito obrigado, mas diga lá ao seu patrão que já conheço essas técnicas há muito tempo, pois até já tive uma empresa do género.

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quarta-feira, março 07, 2007

Técnicas de venda 1


Aqui há dias, li um post de uma das amigas que visito com frequência, que falava de uma abordagem telefónica, com aquela costumeira técnica "venha levantar o prémio a que tem direito, ..."

No comentário que lá deixei, prometi relatar duas experiências que vivi nessa área.

Deixo-vos hoje aqui a primeira delas.

Um dia, perto do Natal, recebi mais um desses ataques, neste caso afirmando que eu tinha preenchido um inquérito sobre enchidos e que poderia ir receber um electrodoméstico.Embora já soubesse que estava a ser alvo de uma tentativa para me venderem algo, resolvi ir ver como é que aquilo funcionava, "ao vivo".

Assim, à hora marcada, dirigi-me, acompanhado da minha mulher, ao hotel X, onde me encaminharam para a sala Y.

Quando lá cheguei, deparei-me com uma porta semi-fechada e ninguém à vista.

Então, como ouvia conversas lá dentro, resolvi entrar.

Era uma grande sala onde estavam, estrategicamente espalhadas várias mesas. Em cada uma, um vendedor tendo à frente, um casal, em regra já não muito jovem.

Ao ver-nos entrar, o chefe da sessão, veio logo ter connosco, um bocado inquieto por não termos sido recebidos à porta. E retirou-nos da sala.

Logo a seguir perguntou-nos a idade e a profissão. Quando lhe respondemos que éramos professores, disse rapidamente:

-Sabem, agora não tenho ninguém para vos atender. De modo que vos vou entregar o vosso prémio e, bom Natal!

Resta dizer que o electrodoméstico...era uma balança de quarto de banho, chinesa, do mais rasca que havia.

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